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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Professora Amanda Gurgel silencia Deputados em audiência pública - A EDUCAÇÃO NO BRASIL

                                            A EDUCAÇÃO NO BRASIL

      
Ao propor uma reflexão sobre a educação brasileira, vale lembrar que só em meados do século XX o processo de expansão da escolarização básica no país começou, e que o seu crescimento, em termos de rede pública de ensino, se deu no fim dos anos 1970 e início dos anos 1980.
Com isso posto, podemos nos voltar aos dados nacionais:


O Brasil ocupa o 53º lugar em educação, entre 65 países avaliados (PISA). Mesmo com o programa social que incentivou a matrícula de 98% de crianças entre 6 e 12 anos, 731 mil crianças ainda estão fora da escola (IBGE). O analfabetismo funcional de pessoas entre 15 e 64 anos foi registrado em 28% no ano de 2009 (IBOPE); 34% dos alunos que chegam ao 5º ano de escolarização ainda não conseguem ler (Todos pela Educação); 20% dos jovens que concluem o ensino fundamental, e que moram nas grandes cidades, não dominam o uso da leitura e da escrita (Todos pela Educação). Professores recebem menos que o piso salarial (et. al., na mídia).
Frente aos dados, muitos podem se tornar críticos e até se indagar com questões a respeito dos avanços, concluindo que “se a sociedade muda, a escola só poderia evoluir com ela!”. Talvez o bom senso sugerisse pensarmos dessa forma. Entretanto, podemos notar que a evolução da sociedade, de certo modo, faz com que a escola se adapte para uma vida moderna, mas de maneira defensiva, tardia, sem garantir a elevação do nível da educação.
Logo, agora não mais pelo bom senso e sim pelo costume, a “culpa” tenderia a cair sobre o profissional docente. Dessa forma, os professores se tornam alvos ou ficam no fogo cruzado de muitas esperanças sociais e políticas em crise nos dias atuais. As críticas externas ao sistema educacional cobram dos professores cada vez mais trabalho, como se a educação, sozinha, tivesse que resolver todos os problemas sociais.
Já sabemos que não basta, como se pensou nos anos 1950 e 1960, dotar professores de livros e novos materiais pedagógicos. O fato é que a qualidade da educação está fortemente aliada à qualidade da formação dos professores. Outro fato é que o que o professor pensa sobre o ensino determina o que o professor faz quando ensina.


O desenvolvimento dos professores é uma precondição para o desenvolvimento da escola e, em geral, a experiência demonstra que os docentes são maus executores das ideias dos outros. Nenhuma reforma, inovação ou transformação – como queira chamar – perdura sem o docente.
É preciso abandonar a crença de que as atitudes dos professores só se modificam na medida em que os docentes percebem resultados positivos na aprendizagem dos alunos. Para uma mudança efetiva de crença e de atitude, caberia considerar os professores como sujeitos. Sujeitos que, em atividade profissional, são levados a se envolver em situações formais de aprendizagem.
Mudanças profundas só acontecerão quando a formação dos professores deixar de ser um processo de atualização, feita de cima para baixo, e se converter em um verdadeiro processo de aprendizagem, como um ganho individual e coletivo, e não como uma agressão.
Certamente, os professores não podem ser tomados como atores únicos nesse cenário. Podemos concordar que tal situação também é resultado de pouco engajamento e pressão por parte da população como um todo, que contribui à lentidão. Ainda sem citar o corporativismo das instâncias responsáveis pela gestão – não só do sistema de ensino, mas também das unidades escolares – e também os muitos de nossos contemporâneos que pensam, sem ousar dizer em voz alta, “que se todos fossem instruídos, quem varreria as ruas?”; ou que não veem problema “em dispensar a todos das formações de alto nível, quando os empregos disponíveis não as exigem”.
Enquanto isso, nós continuamos longe de atingir a meta de alfabetizar todas as crianças até os 8 anos de idade e carregando o fardo de um baixo desempenho no IDEB. Com o índice de aprovação na média de 0 a 10, os estudantes brasileiros tiveram a pontuação de 4,6 em 2009. A meta do país é de chegar a 6 em 2022.
















A producão de produtos hidropônicos esta em grande alta nos ultimos anos na região sul do Brasil, em razão ao seu grande cuso beneficio que o cultivo traz aos produtores,esta grande alta se da pelas vantagens e o fácil aceitação dos consumidores nos grandes centros urbânos,em função do baixo custo se analizarmos a qualidade dos produtos comparados a produtos convencionais .No video a seguir conheca um pouco de como é aproducão hidroponica e a sua qualidade.


A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A música possui um papel importante na educação das crianças. Ela contribui para o desenvolvimento psicomotor, sócioafetivo, cognitivo e lingüístico, além de ser facilitadora do processo de aprendizagem. A musicalização é um processo de construção do conhecimento, favorecendo o desenvolvimento da sensibilidade, criatividade, senso rítmico, do prazer de ouvir música, da imaginação, memória, concentração, atenção, do respeito ao próximo, da socialização e afetividade, também contribuindo para uma efetiva consciência corporal e de movimentação.

A musicalização na educação infantil está relacionado a uma motivação diferente do ensinar, em que é possível favorecer a auto-estima, a socialização e o desenvolvimento do gosto e do senso musical das crianças dessa fase.

Cantando ou dançando, a música de boa qualidade proporciona diversos benefícios para as crianças e é uma grande aliada no desenvolvimento saudável da criançada.


Leia na integra


Qual a importância que você irá  atribuir para a música na  prática docente?






Biblioteca Nacional da Agricultura 

Com prateleiras lotadas de documentos históricos,coleções de publicações, acervo de livros técnicos e até romances, a Biblioteca Nacional da Agricultura (Binagri) é hoje uma das maiores bibliotecas da América Latina especializada em agricultura. Criada em 1909, pelo decreto nº 7.673, a Biblioteca do Ministério da Agricultura abriga um acervo de 400 mil exemplares, entre livros, revistas, vídeos, CDroms e legislações.
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 Secretaria da Agricultura Familiar 

O Governo Federal tem buscado promover o desenvolvimento rural sustentável, a partir da implementação de políticas públicas voltadas ao fortalecimento da agricultura familiar.Diante deste cenário, a Secretaria da Agricultura Familiar (SAF), do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), elege quatros eixos norteadores de ações e instrumentos de suas políticas, no sentido de fundamentar as estratégias de desenvolvimento rural sustentável: Combate à pobreza rural Segurança e soberania alimentar, Sustentabilidade dos sistemas de produção,Geração de renda e agregação de valor.





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Agricultura Familiar

  A agricultura familiar cada vez mais vem se fortalecendo esse vídeo mostra a importancia e o crescimento desta que é responsável pela maior parte da produção de alimnetos no país. É importante salientar esse ponto de que não é o agronegócio que traz o alimento para as mesas de todo pais o agronegócio é responsável maior parte pelas exportaçoes. Portante os pequenos agricultores devem ser mais valorizados pela população em geral!!!!!


Passeio ao Parque do Acaraí

Aí galera! Algumas fotos para relembrar o passeio.

 
Educação no campo
Existe uma grande quantidade de brasileiros desassistido de qualquer forma de  aprendizagem ,pessoas com dificuldades estremas de se comunicar e com um conhecimento mínimo ,sobrevivendo de maneiras desumanas , essa fatia da população só é lembrada em um momento em nossa nação.Adivinhe qual?